3 maio 2017
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Suely Caldas Schubert

Salvador 03 de maio de 2017

Suely, demonstrando o seu carinho e amor pela Doutrina Espírita e pelos seus irmãos, voluntariou-se para, em conjunto com outros vinte e quatro amigos, fazer uma reflexão sobre o assédio espiritual organizado aos cristãos.  O destaque principal foi a informação apresentada por Divaldo Franco durante o workshop Consciência e Liberdade, transcorrido no dia 30 de abril de 2017.

Em linhas gerais, a informação apresentada trata do seguinte: Em 04 de abril de 2016, Espíritos muito infelizes e inimigos do bem, se acercaram de Divaldo, assinalando o início de uma guerra contra a esperança e àqueles que se dizem servidores do Cristo. Esses servidores, disseram, terão que demonstrar a persistência e a dedicação ao trabalho no bem. Estarão, daquela data em diante, testando os cristãos na aplicação, em si mesmos, das lições que ministram aos outros. Estaremos, reprisam, em batalha, gostaríamos de vê-los chorar, debaterem-se na vida, testando-vos todos os dias.

 

Inicialmente a digna conferencista, médium e escritora de Juiz de Fora/MG, comentou sobre a situação atual do planeta, ainda de provas e expiação. A humanidade encontra-se no bojo da grande transição. A situação está se agilizando para que possa haver a seleção do joio e do trigo. Para tal, é necessário o testemunho, visando identificar de que lado está esse ou aquele indivíduo, do bem ou do mal. Lembrou a Questão 932 de O Livro dos Espíritos onde os Espíritos informam que o mal faz alarde e os bons são tímidos.

Os fatos negativos divulgados pela mídia, com ênfase, impregnam as criaturas com formas-pensamento, que se não substituídas por pensamentos mais equilibrados, culminarão em sofrimento. A Doutrina Espírita apresenta a multiplicidade das existências. A vida está oportunizando novas construções mentais que começarão a fazer parte dos projetos de cada um. Há regiões trevosas habitadas por Espíritos de ordem inferior, formando grandes espaços de dor e sombras.

A literatura espírita, através de diversas obras e autores contém essas informações. Yvonne do Amaral Pereira, André Luiz/Chico Xavier, entre outros, apresentam casos muito interessantes e sugestivos. O Espiritismo é libertador e o consolador prometido por Jesus.

Suely destaca, na informação apresentada por Divaldo, o estabelecimento de uma psicosfera humana formada por pensamentos deletérios e maus, criando uma nuvem sombria sobre as cidades e povoados, causando dores, sofrimento, desesperança. Nesse ambiente, os Espíritos inferiores encontram as condições e os materiais necessários para suas ações nefastas, sobrevivendo neles e deles.

Os dados e as informações que são colocadas à disposição dos homens servem para que estejam atentos e preparados para demonstrar a vontade e a determinação em vencer as próprias limitações. Jesus nos manda Espíritos bons para que possamos seguir os seus exemplos, apoiando-nos e facilitando a caminhada. Se comparados aos bons, muitos dirão: nada fizemos comparativamente ao que os Espíritos bons vêm fazendo.

Suely identifica uma carência de boas ações e práticas evangélicas dentro do movimento espírita, que passa por dificuldades, dando campo para que interfiram, causando a vulgarização da Doutrina Espírita. Allan Kardec é pouco lembrado. Como o homem, em geral, é endividado para com a Justiça Divina, oferece campo para que eles, os maus, atuem em diversas frentes, no trabalho espiritual e de caridade, nas administrações espíritas, nos lares, criando tumulto, perturbando a ação do bem.

O mal que grassa no seio da humanidade tem crescido, tornando-se mais agressivo, afoito, intenso. Assim, pode-se deduzir que a humanidade ainda irá passar pela sua pior crise. Frente à essa perspectiva, a atenção deverá ser redobrada, mantendo o bom ânimo e a esperança, orando. A vivência no bem, na caridade, na fraternidade, contribuem para lidar com as situações aflitivas com mais facilidade, lembrando sempre que o bem prepondera.

Lembrando a vida espírita de Divaldo Franco, Suely esclarece que ele é um exemplo. Tendo vivenciado e experimentado inúmeras crises, pessoais e institucionais, manteve-se sempre fiel à Doutrina Espírita e ao Cristo. O Semeador de Estrelas sinaliza o caminho por onde passa. É importante que os espíritas ofereçam a sua parcela, a sua cota de contribuição, dando testemunho do amor crístico, unindo esforços pelo bem comum, a felicidade, tornando-se exemplo.

Finalizado o trabalho expositivo, as perguntas se sucederam, oportunidade em que alguns se manifestaram elucidando dúvidas e apresentando depoimentos de situações vivenciadas, por si, ou por outros. Após a leitura do texto Caminhos do Coração, de Joanna de Ângelis/Divaldo Franco, contido no livro Momentos de Felicidade, Suely proferiu a prece final. Todos, envolvidos em bênçãos e vibrações de encorajamento, agradeceram-lhe o carinho, a ternura e a sua disponibilidade, somando esforços em favor de um planeta melhor, mais harmônico e pacífico.

Texto: Paulo Salerno

Fotos: Jorge Moehlecke

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