31 dezembro 2015
31 dezembro 2015, Comentários 0

Divaldo Franco
Professor, médium e conferencista

Toda vez quando se encerra alguma atividade ou ciclo evolutivo, deve-se fazer um balanço, para análise do que foi investido, dos resultados positivos ou não, ao tempo em que se programa a nova etapa. O ano que se vai deixa-nos um cabedal de experiências inigualáveis, pelos acontecimentos que sacudiram a sociedade terrena e prossegue em clima quase de caos. Mais uma vez, os conflitos armados desempenharam papel relevante na cultura mundial, em que se destacaram as grandes nações fornecedoras de armas às pequenas, insatisfeitas, nos seus infindáveis problemas políticos, derivados do longo período de submissão colonialista com todos os seus males.

A economia terrestre oscilou incessantemente, erguendo alguns países e rebaixando outros, aumentando o poder daqueles que se constituem os mais ricos do mundo, enquanto outros em desenvolvimento sofreram nas carnes da alma a decadência, a frustração e a miséria dos seus povos. Enfermidades desconhecidas espalharam-se ameaçadoras, ceifando vidas incontáveis, e os valores ético-morais desceram a níveis jamais imaginados. O terrorismo covarde e o Estado Islâmico, filhos do atraso moral e primitivo de alguns indivíduos, atemorizaram e assustaram as nações com seus métodos bárbaros.

A natureza foi severa por meio de terremotos, tsunamis, tornados, temperaturas incomuns, gritando por socorro, ante as criminosas emissões de substâncias destrutivas. A depressão tornou-se pandêmica e tormentos psicológicos avassalam a humanidade, reduzindo-a a uma situação deplorável. Nada obstante, mulheres e homens extraordinários lutaram e prosseguem em contínuos combates contra os males de qualquer natureza que ameacem a vida e tornem a criatura humana infeliz. É que a barca terrestre, embora pareça sem leme e sem rumo, é conduzida por Jesus Cristo, que a conduz com os Seus mensageiros ao porto de segurança.

Feliz Ano Novo!!!

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 31-12-2015

Comments are closed.