
Joanna de Ângelis
A nobre Mentora Joanna de Ângelis vem despertando nossos Espíritos para os compromissos assumidos na Espiritualidade.
É um Espírito que se caracteriza pela sabedoria e pelo amor. A sua mensagem tem esclarecido e consolado milhares de criaturas em várias partes do mundo. É a abnegada coordenadora de todo o abençoado trabalho do médium Divaldo Franco. Sempre sob a sua orientação os livros continuam a ser psicografados pelas mãos abençoadas e perseverantes do médium, iluminando corações.
Um Espírito Amigo. Assim ela assinou durante vários anos as suas mensagens.
Em 1964, publicou, com o pseudônimo de Joanna de Ângelis, o primeiro livro que se intitulou Messe de Amor, início de importante série para leitura e esclarecimento indispensável para todos.
O Espírito Joanna de Ângelis, até a presente data, já escreveu 60 livros, todos psicografados por Divaldo Franco.
No livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, há duas significativas mensagens do Espírito Joanna de Ângelis. A primeira recebida em Havre e a segunda em Bordéus, ambas no ano de 1862, assinadas: Um Espírito Amigo.
Vale a pena recordar, ainda que palidamente, suas reencarnações anteriores:
Na época de Jesus, foi Joana de Cusa, esposa de importante autoridade romana, e já naquela época seguiu os ensinamentos do Mestre Jesus.
“Quando, séculos depois, Francisco de Assis, o Pobrezinho de Deus, o Sol de Assis, reorganiza o Exército de Amor do Rei Galileu, ela também se candidata a viver com ele a simplicidade do Evangelho de Jesus, que tudo ama e compreende, entoando a canção da fraternidade universal.”
No México, foi Sóror Juana Inez de La Cruz, jovem que contribuiu para a valorização dos estudos, inclusive para as mulheres daquela época. “Defende, também, o direito da mulher inteligente e capaz de lecionar e pregar livremente”.
Sóror Joana Angélica de Jesus nasceu na cidade do Salvador, no Estado da Bahia, a 11 de dezembro de 1761. Aos 21 anos de idade ingressou no Convento da Lapa, fazendo profissão de Irmã das Religiosas Reformadas de Nossa Senhora da Conceição da Lapa .
Como abadessa do Convento da Lapa, em Salvador, Sóror Joana Angélica de Jesus defendeu heroicamente suas irmãs e foi sacrificada na porta de entrada do mosteiro, a golpes de baioneta, quando tentava impedir que soldados fiéis ao Império invadissem o Convento, durante as lutas pela Independência do Brasil, no dia 20 de fevereiro de 1823.
Ao desencarnar, proferiu essas palavras que bem lhe definem a grandeza do Espírito decidido, diante do soldado que a traspassou covardemente com a baioneta: - " Esta passagem está guardada pelo meu peito e não passarás senão sobre o cadáver de uma mulher".
No Mundo Espiritual, sob o pseudônimo de Joanna de Ângelis e através da mediunidade de Divaldo Franco, vem contribuindo para o engrandecimento do ser humano, de forma relevante, como Emissária do Senhor, na obra de recristianização da humanidade.
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