6 abril 2017
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Divaldo Franco
Professor, médium e conferencista

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No último domingo, dia 2 do corrente, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro  abriu as suas portas e bela sede para apresentar um Seminário intitulado  Seja Feliz Hoje.

Inspirada a sua arquitetura no belíssimo edifício Ópera de Paris, o  acontecimento despertou o interesse da multidão de amantes das artes cênicas, atraindo em uma semana um público de 2.200 pessoas, ficando uma fila de mais de cem outras em espera, na expectativa de alguma desistência.

O Seminário era realizado em favor de uma veneranda instituição com sede na capital antiga da República, denominada Movimento de Amor ao Próximo, que se dedica a amparar crianças e pessoas socialmente desvalidas, promovendo-as e oferecendo-lhes amor e respeito.

A programação artística foi apresentada por músicas clássicas (piano, violino e canto) e logo após a apresentação do expositor e estudo do tema em foco.

O apresentador referiu-se a um jovem de 19 anos, que no dia 27 de março de
1947, na cidade de Aracaju (SE), de improviso pronunciou a sua primeira conferência a respeito do Espiritismo, sob a inspiração superior do mundo
espiritual.

Havendo causado um impacto na época, o referido médium prosseguiu durante os últimos setenta anos divulgando mensagens de amor e paz, vivenciando os postulados da doutrina que lhe conduzia a existência, reunindo amigos e simpatizantes em torno do ideal e criando uma vasta obra social, homenageando Jesus, o Modelo e Guia da Humanidade.

O seu curriculum apresenta dados surpreendentes: criação de mais de uma centena de Instituições Espíritas dedicadas à educação das massas, escolas, lares, hospitais por mais de 2.000 cidades em 70 países que teve ocasião de percorrer.

O seu exemplo de dedicação e a sua alegria de viver, às vésperas de completar 90 anos de idade, convidava os ouvintes a reflexões profundas em
torno do Evangelho de Jesus e da Sua ética existencial, demonstrando que a vontade, quando dirigida ao bem, é capaz de transformar sonhos muitos
difíceis em realidade legítima.

Procedente de modesta família do interior do Estado da Bahia, sem formação universitária, havia elegido o amor como veículo de uma vida feliz e
próspera em saúde e bênçãos, demonstrando que é possível vencer-se a violência através da ação passiva e dignificadora.

Na ocasião, para surpresa do expositor iniciava-se a filmagem de uma película narrando-lhe a existência, a fim de estimular outras pessoas à
prática do bem, do dever e da irrestrita confiança em Deus…

Durante o período em que esteve realizando o Seminário, volveu ao passado e agradeceu a Deus, assim como aos seus Guias espirituais e amigos humanos, dominado pela emoção.

Ei-lo aqui agradecendo aos leitores pela sua gentileza e bondade.

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 06/04/2017

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