6 outubro 2016
6 outubro 2016, Comentários 0

Divaldo Franco
Professor, médium e conferencista

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No último domingo, o Brasil viveu a glória e a honra de ser uma verdadeira república, onde a liberdade desfraldou a sua bandeira da igualdade e da fraternidade. Foram realizadas eleições livres para os representativos cargos das municipalidades: prefeitos e vereadores. Embora alguns comportamentos doentios de grupelhos que se comprazem em criar embaraços em toda parte e em qualquer oportunidade, tudo transcorreu em clima de paz.

Os resultados estão surpreendentes em torno dos senhores prefeitos, alguns dos quais prosseguirão nos seus cargos, em respeito às atividades que vêm desempenhando com nobreza e consideração às leis estabelecidas, permanecendo outros para decisão em segundo turno, o que representa maturidade dos eleitores. Uma nação digna é construída por cidadãos honrados, que a amam e trabalham para o seu progresso, sem as paixões mórbidas dos interesses de alguns partidos que lhes pretendem a governança, explorando-as até a exaustão.

Essa demonstração nacional anima-nos a confiar no futuro, quando os traumas destes dias de desconforto moral, insensatez e horror passarem, oferecendo-nos confiança e tranquilidade em relação ao porvir. O ser humano encontra-se na Terra, a fim de ser feliz, dotado de inteligência e razão, dispõe dos instrumentos hábeis para poder edificá-la, porém dentro dos elevados valores éticos, que dignificam e permanecem.

É natural, portanto, que as crises variadas que varrem o país e a Terra ainda se demorem por algum tempo, enquanto se eliminam as partes apodrecidas da figurativa maçã, que representaria a sociedade. Lentamente a consciência nacional passa a compreender que o voto é portador de uma força grandiosa capaz de alterar as situações mais penosas, desde que bem aplicado nas mulheres e nos homens honrados que são escolhidos para lhes exercerem o papel de trabalhadores da pátria.

Uma nação forte é aquela que se caracteriza pelos seus cidadãos honestos e protetores dos pobres e desvalidos.

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 06/10/2016

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