25 setembro 2016
25 setembro 2016, Comentários 0

Solidariedade, confraternização, encontros, reencontros, e muita alegria. Assim foi XXVI FEIRÃO PRÓ-MANSÃO DO CAMINHO, realizado no Museu Militar Conde de Linhares (Avenida Pedro II, 383, São Cristóvão, Rio de Janeiro), neste domingo dia 25 de setembro, no horário de 09 às 17:30 horas. Com um público aproximado de 1000 pessoas, o evento promovido há 26 anos pelo Grupo Espirita Caminho da Esperança (GECE) – Rua Aristides Lobo, 51 – Rio Comprido, Rio de Janeiro -, começou com uma caminhada de agradecimento feita por Divaldo Pereira Franco, de baixo de uma garoa que se transformou em chuva, visitando cada uma das barracas, distribuindo uma pequena lembrança.

Esta edição contou com a participação de Instituições do Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Comendador Levy Gasparian, Rio Bonito (todas do Estado do Rio de Janeiro), São Paulo, Mogi das Cruzes, Fernandópolis, Buritama (do Estado de São Paulo), Santos Dumont e Leopoldina (de Minas Gerais), Salvador e Itabuna (Bahia), Santa Cruz do Capibaribe (de Pernambuco), Curitiba-PR e Porto Alegre-RS, além de barracas da Flórida, Massachusetts, Nova York (dos Estados Unidos da América).

 

 

Após visitar os expositores, num total de cinquenta e quatro, Divaldo Franco proferiu um minisseminário sobre o tema “A Felicidade é Possível”, com presença de um público em torno de 700 pessoas.

Divaldo começou por perguntar: Será possível ser feliz? O que é a felicidade afinal? Buscou mostrar que a felicidade é algo que está dentro de cada um. A felicidade consiste na busca da plenitude, apesar dos percalços e desencantos com que o indivíduo se depara ao longo de sua vida. É preciso a vontade de ser feliz, buscando erradicar todos os sentimentos de tristeza, de apatia, tornando-se alegre e desta forma contagiar todos à sua volta.

Citando Joanna de Ângelis, além de grandes pensadores e estudiosos, como Gregg Eaterbrook, Ed Diener, Dan Gilbert, Dra. Susan Andrews, psicóloga pela Universidade Harvard, Divaldo Franco discorreu sobre as cinco ilusões a respeito da felicidade: a riqueza, a juventude, o sucesso, o prazer, e a felicidade condicional, ou a expectativa de viver a felicidade.
Uma das razões pela qual ter mais não significa ser mais feliz fica por conta daquilo que os sociólogos chamam de “ansiedade de referência” – a tendência que temos de nos comparar com os outros. Nos sentimos contentes em possuir algo, desde que nossos vizinhos ou famílias não a tenham o mesmo ou melhor, escreveu Easterbook em “Paradoxo do Progresso”.
Na verdade, os idosos costumam ser mais felizes do que os jovens. De acordo com a pesquisa realizada no Reino Unido, para muitas pessoas o pior período da vida é por volta dos 40 anos. Depois dessa fase, o nível de felicidade da maioria das pessoas aumenta, especialmente após os 50 anos, lemos em “A Ciência de Ser Feliz”, de Susan Andrews.
Há uma terrível preocupação para ser visto, fotografado, comentado, vendendo saúde, felicidade, mesmo que fictícia. A conquista desse triunfo e a falta dele produzem solidão, menciona Joanna de Ângelis em O Homem Integral.

Costumamos nos adaptar facilmente, e “coisas maravilhosas são especialmente maravilhosas na primeira vez em que acontecem, mas sua fascinação se dissipa com a repetição, disse Dan Gilbert.
Para muitos ser feliz e quando perde alguns quilos. Quando se casam. Quando têm filhos. Quando se aposentam. Quando terem netos…
A felicidade não é a riqueza, embora a riqueza possa gerar momentos de bem-estar; ser feliz é preocupar-se em ser melhor, e não em possuir muito; a felicidade real é sentir-se pleno consigo e com as circunstâncias da vida; e, a felicidade é desenvolver-se o bom hábito de tratar com fraternidade a todos.
A felicidade e as realizações pessoais decorrem de atitudes corretas, não deixando que a vida não tenha utilidade para você e para os outros. Dê o melhor de si e seja sempre bom. A verdadeira felicidade e dar-se mais. Busque a felicidade e seja feliz, mesmo sem motivo algum.
À tarde, concedeu entrevista ao repórter Pedro Figueiredo da Rede Globo de Televisão, cujo conteúdo foi veiculado no Bom Dia Rio e RJTV do dia seguinte e em seguida inciou a sessão de autógrafos.
Com uma palestra final proferida da sacada do museu com todo o público o assistindo, Divaldo Franco, O Paulo de Tarso de Nossos Dias, encerrou sua temporada de palestras, 2016, no Rio de Janeiro.

Fotos e texto: Luismar Ornelas de Lima

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