28 fevereiro 2017
28 fevereiro 2017, Comentários 0

A aprazível e pujante cidade de Rio Verde – distante 280 km de Goiânia, capital do estado de Goiás – optou pelas amplas instalações
do Clube Dona Gersina, para receber cerca de 2.600 pessoas  que confortavelmente ali se reuniram para ouvir Divaldo Franco.
Após assumir a tribuna, Divaldo inicia sua conferência relatando a situação sócio, econômica e política vigente em Israel  na época do
nascimento de Jesus.

Em seguida Divaldo nos leva – pela força poderosa de seu verbo – a uma viagem que tem início na promessa do Mestre do envio do
Consolador, pxssando pela crucificação da Luz do Mundo que precedeu as perseguições de todos aqueles que – despertos pelos seus
exemplos – passaram a seguir os passos de Jesus.

 

 

 

Divaldo, numa anamnese histórica, salta das perseguições pecos romanos aos cristãos para a adoção do Cristianismo como religião de
Roma.

Os cristãos – antes perseguidos – passam a perseguir e matar todos quanto não aceitem suas convicções.

Mas Jesus – incondicional em seu amor – envia regularmente emissários para restabelecer seus ensinamentos de amor, harmonia e paz.
Santo Agostinho, o bispo de Hipona e a luz inigualável de Francisco de Assis.

É a noite medieval logo sucedida pelas perseguições e crimes do Santo Ofício a temida – Santa Inquisição infelicitando e matando em
nome do Cristo.

Insurge-se Lutero contra os descalabros papais e tem início a Reforma – protestantismo.

Mentes brilhantes cansadas da ditadura religiosa que a todos submetia impedindo a evolução do pensamento científico rebelam-se e pelo
Iluminismo iniciam o divórcio da Igreja.

Pela metade do século XIX vem à luz da humanidade o Consolador prometido por Jesus em Seus dias na Galiléia.

Um novo período alvorece iluminando os corações e as mentes sombreadas pelas nuvens pesadas do obscurantismo religioso e do cinismo
materialista do ateísmo.

O Espiritismo – organizado por Allan Kardec, o Bom Senso encarnado – vem resgatar, com sua  estrutura  sólida, a pulcritude dos
postulados cristãos, por intermédio de suas bases:

1. Existência de Deus

2. Pluralidade dos Mundos habitados

3. Imortalidade e Evolução Progressiva da alma.

4. Reencarnação

5. Comunicabilidade dos Espíritos.

São as colunas de uma Doutrina que responde a questões antigas que acompanham a humanidade por milênios: Quem somos? De onde viemos?
Qual o propósito da vida? Qual a origem e a razão do sofrimento? E que logrou matar a morte revelando um Mundo Espiritual pujante e
dinâmico em substituição ao silêncio dos túmulos e às beatitudes imobilizantes de um Paraíso destinado aos Eleitos de um Deus
personalista e vingativo.

Uma Doutrina que traz Jesus de volta por estar desataviada de mitos incompreensíveis por incompatíveis com a bondade absoluta de Deus
– Nosso PAI.

Uma Doutrina que vem esclarecer e dar conteúdo moral à faculdade da Mediunidade, e a coragem de informar: “Todo aquele que de forma
consciente ou não, sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é médium. Essa faculdade é própria ao homem não sendo, ASSIM,
um privilégio exclusivo de uns poucos”. Livro dos Médiuns, Cap. XIV, item 159.

Relatando suas experiências pessoais no desabrochar de sua Mediunidade, Divaldo encerra a conferência enfatizando as recomendações da
Espiritualidade Superior para que – à semelhança de Francisco de Assis – nos dedicássemos ao amor e a caridade.

Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

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