21 maio 2018
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Winterthur, 20 de maio de 2018

Seminário Seja Feliz Hoje.

Na manhã do dia 20 de maio de 2018, domingo, dando prosseguimento com o seminário de Pentecostes, em Winterthur, na Suíça, Divaldo Franco iniciou discorrendo sobre a vida e a obra de Sócrates, o pai da filosofia, que também lecionava o autoconhecimento. Allan Kardec, afirmou Divaldo, utilizando-se da base dos conhecimentos Socráticos, e perguntando aos Espíritos sobre a forma mais eficaz para a evolução do ser humano, obteve semelhante resposta, indicando as diretrizes apontadas por Sócrates: o conhece-te a ti mesmo.

 

 

 

Mergulhando nos ensinamentos contidos nas obras básicas do Espiritismo, o Arauto do Evangelho trouxe inúmeras reflexões, através da filosofia, proporcionando uma ampla compreensão nestes intrincados caminhos da evolução. Hoje, com o avanço da ciência, a humanidade já dispõe do Holograma, e o homem, embora desejando uma filosofia do toque, da matéria, os Espíritos oferecem uma filosofia de ideias.

O que vemos não é como vemos, diz a física moderna, somos enganados por nossas sensações. Através destas sensações chega-se às emoções, que por sua vez, conduzirá a criatura humana a alcançar a intuição, eis aí a evolução do pensamento. Avançamos para a autoterapia, os médicos do porvir somente nos auxiliarão a bem direcionar o pensamento.

A filosofia da felicidade está centrada no amor, afirmou Divaldo. Viva, portanto, intensamente cada momento de sua vida, de forma que, ao encerrar esta etapa, possas repetir Confúcio: Quando chegastes, todos sorriram e tu choravas. Vives de tal forma, que ao retornares, quando todos chorarem tua partida, tu possas sorrir, pela paz de consciência conquistada por uma existência reta.

Citando o grande psiquiatra austríaco Viktor Frankl (1905-1997), criador da logoterapia, e que se tornou um símbolo da solidariedade, sobrevivendo aos campos de concentração nazistas, reforçava a necessidade de se ter um sentido psicológico, uma meta transpessoal na vida, evitando o vazio existencial. Divaldo ainda narrou a bela história do colar de diamantes, evidenciando que, em muitas oportunidades e ocasiões, o homem somente atribui real valor para o que possui quando perde. Observação: Para os detalhes desta bela história, consulte a obra O Colar de Diamantes, de Divaldo
Franco, compilada por Délcio Carvalho.

O incansável trabalhador de Jesus, com bom ânimo, ainda respondeu diversas perguntas formuladas pelos presentes, dividindo sua enorme experiência de vida, afirmando que todos podem ser felizes desde a hora que desejar. Ao encerrar o seminário, era visível a emoção que envolveu a todos, tocados no íntimo pelas narrativas, pelo carinho deste peregrino do Cristo. Os efusivos aplausos que recebeu foram de gratidão, reconhecimento e de estímulos para prosseguir, intimorato, neste roteiro de luz pelo continente europeu.

Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

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