21 maio 2018
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Divaldo Franco na Europa

Winterthur, 21 de maio de 2018

Conferência

Na manhã de segunda-feira, 21 de maio de 2018, encerrando as atividades doutrinárias na Suíça, Divaldo Franco realizou uma conferência, lotando o auditório, após o encerramento do seminário de Pentecostes. O dedicado trabalhador, apresentando as conclusões de Jung, fez judiciosas referências às sombras, às tendências negativas, à predominância do ego e, fazendo um exame das imperfeições humanas, asseverou ser necessário estabelecer a ligação entre o EGO e o SELF. Esse eixo, EGO-SELF, por onde os indivíduos transitam, somente será alcançado quando for atingido o estado numinoso de consciência, a plenitude.

 

 

 

Divaldo traçou um paralelo entre as bem-aventuranças e o episódio de Massada, um imponente planalto escarpado, situado no litoral sudoeste do Mar Morto. O local é uma fortaleza natural, com penhascos íngremes e terreno acidentado e que passou a história por não se render aos romanos, matando-se uns aos outros, todos as novecentas pessoas que ali se encontravam. Sempre teremos a imensa paisagem da humanidade formada pelo bom, pelo bem, pelas bem-aventuranças e, pelo outro lado, há a presença do mal, da morte, da ignorância, de Massada.

Discorreu, ampla e profundamente, sobre a figura incomparável do Mestre de Nazaré, apresentando-O de forma simples, para que todos pudessem compreender e trazer definitivamente Jesus para perto de si, como a um amigo com o qual se pode sempre contar. Referindo-se e analisando o paradoxo das religiões, que pelo fanatismo religioso provocou o maior número de guerras na humanidade, em contraste com os fatores econômicos e sociais, sempre em menor incidência, inclusive nos dias da atualidade, por absoluta falta do exercício do amor apregoado pelo Cristo. Auxiliando na
compreensão dos ensinamentos de Jesus, e à luz da Doutrina Espírita, interpretou diversas vivências do Mestre Galileu sob a óptica da psicologia profunda.

Ao final do encontro, o querido orador, Divaldo Franco, apresentou palavras de conforto para aqueles que estão longe da sua Pátria, sofrendo saudades, confortando-os moralmente, incentivando a vitória sobre si mesmo, apresentando Jesus muito próximo, possível de ser alcançado, pois que é o amigo dos que sofrem.

Aplaudido intensamente, e de pé, o trabalhador do Cristo encerrou a jornada pela Suíça, despedindo-se de todos, porque a labuta prossegue e, Viena, na Áustria, já o aguarda. Segue, assim, o “jovem” agricultor de Jesus, porque a semeadura no solo ainda árido dos corações não pode parar, e ele sabe bem disto, divulgando a mensagem do consolador de forma sistemática, com alegria e destemor.

Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

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