11 Maio 2018
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Divaldo Franco na Europa

Luxemburgo, 11 de maio de 2018

Após a conclusão das tarefas em Mannheim, na Alemanha, foi a vez de Luxemburgo receber a presença de Divaldo Franco em mais uma noite memorável. Deslocando-se de automóvel, em um percurso de cerca de três horas, Divaldo foi recebido pelos amigos do Grupo Espírita Allan Kardec de Luxemburgo, coordenado pela dedicada amiga Zelina Poinsignon. O tema encetado foi L’Amour Comme Solution, O amor como Solução. A tradução ao idioma francês foi da querida Sophie Giusti.

 

 

Inicialmente o amigo Dr. Juan Danilo, iniciando as atividades, afirmou que o amor é a grande esperança da humanidade. Aquele que ama, fala com o coração e esquece os erros alheios, educa e, esquecendo-se de si próprio, busca auxiliar o próximo. Dirigindo-se aos corações amigos, discorreu sobre o grandioso trabalho realizado pela Mansão do Caminho, em Salvador, sensibilizando-os pelo amor que move esta grande instituição.

O seareiro do Cristo, Divaldo Franco, citando Mahatma Gandhi, destacou a seguinte assertiva do grande pacifista: Se um único homem atingir a mais elevada qualidade de amor, isto seria suficiente para anular todo o mal do mundo. O ilustre conferencista mergulhou suas considerações na figura incomparável de Jesus, Aquele que pronunciou a palavra amor por primeira vez, ocupando-se do verbo amar.

Segundo o filósofo Ernest Renan (1823-1892), Jesus é tão extraordinário que não coube dentro da história, dividindo-a em antes e depois Dele. O amor, afirmou Divaldo, é a solução de todo e qualquer problema, a ponto de Jesus o apresentar e vivê-lo, transformando-o no mais elevado grau das virtudes morais. Na atualidade, o amor é o maior recurso terapêutico para a aquisição da saúde, afinal, quem ama não adoece.

Quem não possui amor e caridade no coração, está perdido em si mesmo, sem um sentido existencial, pois o sentido verdadeiro da vida é o amor, e a caridade é a expressão mais elevada do amor.

Apresentando experiências próprias, de forma alegre e jovial e frequentemente provocando muitos risos na atenta plateia, Divaldo Franco, tocou os corações sensíveis. Em sua longa trajetória apresentou-se, sempre, como um verdadeiro cristão, dedicando a sua vida a amar e a servir, encontrando, portanto, um sentido psicológico para a vida, conquistando a plenitude. Divaldo fala do que vive, é autêntico, quer na intimidade, quer em público, assim equipado, sensibiliza com facilidade, afinal, a sua, é uma existência de dedicação ao próximo e a Jesus.

Narrando a trajetória do americano Dr. Dean Ornish, cardiologista, com grandes conflitos com relação ao seu pai, e que após superá-los escreveu o best seller “Amor e Sobrevivência”, demonstrando que o sofrimento tem uma face positiva, sendo tanto um recurso terapêutico para a alma quanto um verdadeiro método educacional para o progresso do ser humano, que sente-se, assim, impulsionado a realizar a viagem interior para o autodescobrimento e a libertação dos grilhões que o retêm na inferioridade espiritual.

O Paulo de Tarso da atualidade fez especial convite para o desenvolvimento da coragem visando reconhecer os próprios erros. É preciso muita coragem para assumir um erro ou para pedir perdão. O amor é bom para quem ama, é o halo Divino que nos sustenta. O espiritismo é portador da ética e moral do Cristo, que nos convidou a amarmo-nos uns aos outros, como Ele nos ama. Experiente e portador dos predicados do amor, Divaldo lembra sempre dos corações que sofrem e que choram, e tomado de compaixão, não consegue ficar parado, preferindo sair pelo mundo para levar o mapa da felicidade, o Espiritismo, o caminho para ser feliz.

Ao encerrar deixou uma mensagem de otimismo e de alegria aos irmãos de Luxemburgo, afirmando que podemos mudar o mundo amando mais. O sentido primeiro e último da vida é amar. Seja você aquele que tem a honra de amar. Todos dali saímos embevecidos com a mensagem de amor contida na simplicidade do verbo daquele que saiu para semear as sementes de amor para um mundo melhor. É possível, sim, é possível construirmos um mundo melhor. Divaldo é o exemplo vivo de que todos podemos fazer a diferença no mundo, vale a pena amar.

Texto e fotos: Ênio Medeiros
Revisão e adaptação: Paulo Salerno

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