19 maio 2017
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Stuttgart, Alemanha, 19 de maio de 2017

Na tarde de 19 de maio de 2017, sexta-feira, dando prosseguimento aos compromissos de divulgação doutrinária, Divaldo Franco, acompanhado por amigos de Mannheim onde encontra-se hospedado, dirigiu-se a cidade de Stuttgart, onde foi recebido pelos confrades que o aguardavam na sede do grupo espírita local, o Spiritistischen Studienkreis’ Allan Kardec Gruppe S.E.E.L.E e.V.

Uma plateia de 250 pessoas já o aguardava para ouvi-lo falar sobre o tema Psychiatrische Obsessive Störungen, (Fenômenos Psiquiátricos e Obsessivos). Edith Burkhard foi a prestimosa auxiliar que traduziu ao idioma alemão a expressiva conferência. Antes de iniciar a sua abordagem, Divaldo apresentou o querido amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, do Equador, aos espíritas locais. Dr. Juan, em breve exposição, narrou como se deu a visão psíquica de um benfeitor querido que lhe propôs: a partir de hoje você será um espírita, os que aqui lhe buscarem serão espíritas e este local será um centro espírita, chegarão pessoas novas e você não precisará se preocupar em falar, apenas deixe que Allan Kardec fale por você, causando-lhe espanto. Logo após recebeu deste amigo espiritual a indicação de um endereço eletrônico, para que o acessasse e copiasse toda a codificação da Doutrina Espírita. A narrativa impressionou e alegrou a todos, mostrando como, muitas vezes, tudo se dá de forma simples e natural.

 

 

 

O eminente expositor, Divaldo Franco, iniciou a conferência citando Albert Einstein, que após apresentar a Teoria da Relatividade em 1905, revelou, também, que existe uma quinta lei do Universo, que é o Amor, a força mais poderosa existente no Cosmo, e que somente o amor é a vida do Universo. Na atualidade, a lei de amor é o maior processo psicoterapêutico de que se tem notícia. Citando O Livro dos Espíritos, Divaldo mergulhou nas reflexões acerca da influência dos Espíritos em nossos pensamentos e atos, asseverando, como afirma o Espírito André Luiz, que vivemos num universo de ondas, mentes, vibrações e ideias. Esclarecendo esses pontos com seu verbo iluminado, Divaldo fez ampla explanação sobre o processo de sintonia mental, das afinidades e das interferências que a criatura humana está submetida.

Com relação à depressão, o trator de Deus na Terra, como Chico Xavier denominou Divaldo Franco, esclareceu e aprofundou-se nas suas causas, seus efeitos, na sua cura, alertando sobre esta pandemia que ameaça inúmeras vidas. Narrando vivências próprias, ilustrou de forma muito clara que os mortos voltam e interferem em nossos pensamentos, em nossas vidas. Outro fator importante, para se compreender a vida atual e suas implicações, é a reencarnação, o suceder de fatos e atos protagonizados antes e depois dessa atual existência, gerando amor ou ódio, que se transferem para além da morte física.

Divaldo Franco é um ícone a ser seguido. Em sua atual reencarnação, com riquíssimas experiências, sabe muito bem definir e ilustrar as influências do mundo invisível, pois que, desde os 04 anos de idade, vê e interage com o mundo espiritual. Do alto de sua vivência espírita, e tomando por divisa o estudo do Espiritismo, avocou a si a responsabilidade de sensibilizar, aos que o escutam, para a necessidade de estudarem a Doutrina Espírita. Vale a pena estudar a codificação, as obras básicas do Espiritismo.

Encaminhando-se para o encerramento da elucidativa conferência, sugeriu o ilustre orador que deveríamos nos voltar para o amor, guardando sempre o ensinamento de Jesus: o Amor cobre a multidão dos pecados. Temos necessidade de amar, a vida adquire sentido amando, ocupemos nosso lugar no universo, encontremos nosso lugar ao sol e procuremos realizar aquilo para o qual aqui viemos. Há muitas lágrimas por detrás dos sorrisos.

Concluindo, afirmou: Neste momento em que a Alemanha recebe muitos refugiados, uma nova sociedade vai se configurando, haja vista a presença de uma cultura de cinco mil anos, baseada no Corão. Para a nossa cultura, baseada em o Evangelho de Jesus, onde a mulher tem a sua dignidade, torna-se imperativo o exercício do amor, pois que, ante a cultura diversa, a mulher é apenas um objeto sexual.

Na atualidade, onde uma nova realidade surge no mundo, nós necessitamos amar muito para criarmos uma sociedade melhor. O homem moderno, convivendo com governos arbitrários e psicopatas, com ameaças de guerra e de extermínio, quando o terrorismo está em cada esquina, mais do que nunca é necessário mudarmos o status quo.
O Amor é a saída, a quinta força do Cosmo.

Texto e fotos: Ênio Medeiros

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