17 maio 2017
17 maio 2017, Comentários 0

Ao amanhecer de 17 de maio de 2017, quarta-feira, Divaldo Franco e os amigos rumaram de automóvel, logo cedo, de Bruxelas para a bela Luxemburgo, onde foram recebidos pelos integrantes do Grupo Espirita Allan Kardec de Luxemburgo, almoçando em sua sede.

À noite, às 19h30min, Divaldo Franco abordou o tema Vie Heureuse (Vida Feliz) para uma plateia de 240 pessoas, traduzido por Sophie Giusti para o Francês. Preparando o momento inicial, o barítono Maurício Virgens apresentou-se interpretando belas músicas.

Divaldo iniciou questionando sobre o significado de felicidade, anuindo, na sequência, que ela é a grande busca de nossas vidas. A felicidade tem uma grande variedade de versões. Para cada um possui características próprias. É complexa, na medida em que a confundimos com o prazer. É também um estado interior de harmonia, resultado da paz íntima e das boas ações de cada um.

 

 

Conferencista de escol, Divaldo abordou de forma natural a fatalidade da morte, na vida que prossegue, pois, o Espiritismo matou a morte, que nada mais é do que a mudança de um estado vibratório, levando cada qual consigo a soma de suas realizações, das ações, única moeda que podemos levar para além da vida física. O querido e intrépido orador prosseguiu asseverando que a felicidade consiste em encarar a vida, antes, durante e depois da morte.

A felicidade é um estado interior que os filósofos definiram como verdade. Referindo-se à Jesus, o maior psicoterapeuta da humanidade, destacou que Ele havia afirmado serem bem-aventurados os aflitos, os que são simples, os que amam, pois, o reino dos céus, o reino interior, o reino da alegria de viver, de amar as flores, aos animais, aos seres humanos, está dentro de cada um de nós.

Felicidade é fazer feliz aos outros, é dar água aos sedentos, pão aos famintos, pois toda felicidade é construída sob o sacrifício da criatura que se doa, que nunca estará só, pois como esclareceu o Mestre Galileu: – Eu venho para que tenhais vida, e vida em abundância. Leve é meu fardo, suave é meu jugo. Vinde a mim todos vós que sofreis e eu vos aliviarei. O que fizemos, questionou Divaldo, destas lições de Jesus? Por que ainda nos comprazemos no mal? Por que ainda ficamos indiferentes ao sofrimento e a dor alheios?

Divaldo narrou a emocionante história do médico Dr. Tadeu Merlin, ressaltando o equívoco da eutanásia e do aborto criminoso, informando que os Espíritos do bem descem nesta hora à Terra para fazerem com que a noite seja menos escura e as almas sejam mais felizes, pois a felicidade está perto de nós, descubramo-la nos olhos da pessoa amada, embriaguemo-nos de felicidade.

Encaminhando-se para o encerramento, esclareceu, ainda, que a nossa fatalidade é sermos felizes. Saibamos tirar da mente a mania do sofrimento, concluindo com essa afirmação: – Eu vos desejo paz, alegria de viver, e lhes deixo a certeza, que uma longa existência me dá, que vale a pena amar.

A alegria manifesta atingiu e envolveu a plateia, dando-nos vontade renovada. Experimentávamos a sensação de estar diante de um dínamo gerador de alegria, de amor, que a cada dia que passa parece mais vigoroso, mais jovial, inebriando a todos. Homem de fino trato, orador renomado, Divaldo aparenta estar renovado, renovando-se em alegria de viver. Este é Divaldo Pereira Franco, a trombeta
do além…

Texto e fotos: Ênio Medeiros

Comments are closed.