22 novembro 2016
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Divaldo Franco em Buenos Aires/Argentina

22 de novembro de 2016

Após extensa agenda de compromissos pelo estado de São Paulo, no período de 16 a 21 de novembro, Divaldo seguiu sem intervalo para a Argentina, onde desenvolverá atividades doutrinárias nos dias 22, 23 e 24, retornando mais um vez à bela Buenos Aires, relembrando as décadas de 50 e 60 do século passado.

No ano de 1958, durante um encontro da Juventude Espírita, no Piauí, o então jovem Juan Antonio Durante (1928-2011), conheceu Divaldo Pereira Franco, quando convidou o jovem palestrante para falar no seu país, a Argentina. Juan Antonio Durante, antes de retornar à Pátria Espiritual, traduziu mais de trinta obras espíritas de diversos espíritos para o Espanhol.

 

 

Em 1962 Divaldo falou pela primeira vez em Buenos Aires, atendendo ao convite do novo amigo, na sede da CEA, Confederación Espiritista Argentina, falando também, na mesma ocasião, em mais dois centros espíritas: o Centro Espírita Constância, fundado em 1877, e o Centro Espírita La Fraternidad, fundado em 1880. Naquela oportunidade Divaldo Franco psicografou o Poema da Gratidão, ditado pelo amado espírito Amélia Rodrigues.

Os dignos e operosos trabalhadores da SE Joanna de Ângelis, – o primeiro centro espírita fundado por Divaldo fora do Brasil, no distante ano de 1965 -, já traduziram mais de 50 obras espíritas para o Espanhol. Desta feita, repetindo o encontro de corações, Divaldo promoveu momentos de muita beleza entre amigos e irmãos da instituição acima, discorrendo sobre a filosofia, caminho para entender a criatura humana. Segundo pesquisadores da psique humana, o problema da criatura humana, é a própria criatura humana.

Em contundente abordagem, destacou que o homem contemporâneo perdeu o endereço de si mesmo, encontra-se cercado de conforto, de tecnologia de ponta, no entanto carente de sentido existencial. Apresentando o pensamento de Viktor Frankl (1905-1997), psiquiatra austríaco, salientou ser necessário ao homem possuir uma meta transcendental para a vida, que prossegue além da matéria. Que fazer então? Indagou, sugerindo que a criatura faça uma viagem para dentro de si mesma.

Narrando vivências próprias, e aditando os ensinamentos da veneranda mentora Joanna de Ângelis, sublinhou a necessidade da valorização da vida, de resgatar os irmãos desafortunados, – os invisíveis -, emocionando os presentes, mostrando o quão é importante trabalhar para a modificação íntima, melhorando-se pouco a pouco, transformando-se em cartas vivas do Cristo de Deus.

Texto e fotos: Enio Medeiros

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