1 março 2017
1 março 2017, Comentários 0

O teatro Maria Pires Perillo, da cidade de Itumbiara no estado de Goiás, recebeu um público de 1000 pessoas para participarem do mini seminário Seja Feliz Hoje proferido pelo tribuno Divaldo Franco.
Divaldo inicia relatando o encontro que teve com o célebre médico e pesquisador Dr. Bernie Siegel por ocasião de um painel de debates realizado na Universidade de Yale nos EUA, oportunidade em que Divaldo Franco iria expor sobre a terapêutica Espírita baseada no psicoteraputa Jesus, enquanto que o renomado cientista estaria responsável por apresentar a terapêutica convencional acadêmica.

Divaldo após essas ligeiras informações passa a discorrer sobre um encontro informal com o renomado cientista que acabou produzindo um carinhoso e respeitável relacionamento de amizade.

 

Nesse contato Divaldo expessa sua surpresa pela manifestação do Dr. Siegel de que ele abandonara o materialismo e o ateísmo céptico para se tornar um Espiritualista convicto, graças a alguns episódios que se sucederam a partir de um seminário da Dra. Elizabeth Kübler-Ross.
A partir dessa mudança de pensamento o Dr. Siegel adotou a técnica das 4 fés para auxiliar pacientes com doenças consideradas terminais:
1. A fé em Deus. Aquele que crê em Deus logra encontrar o apoio psicológico e o estímulo para suportar as dores e dificuldades da terapia como a quimio ou radioterapia.

2. A fé no Médico: Por razões óbvias se o paciente não confia no médico, duvidara igualmente da terapia ou da técnica que ele utiliza. Psicologicamente analisando esta postura é o inconsciente do paciente colidindo com o seu consciente.
3. A fé na Terapia: É a certeza de que a terapia lhe fará bem e passará a contribuir favoravelmente. Jesus sempre que atendia aos doentes que lhe procuravam para obter o “milagre” da cura era questionado pelo Rabi Nazareno: – Tu crês que eu te possa curar? Assim agindo tinha início a aplicação de uma “egoterapêutica” pois se eu tenho certeza de que o que desejo acontecerá, eu já começo a trabalhar para que isso ocorra.

Tudo começa na mente, para depois se transformar em verbalização e posteriormente em ação
4. A fé em si mesmo: Eu vou curar-me! Eu estou canceroso, mas não sou canceroso, pois quem É (algo ou alguma coisa) não vê alternativa ou saída. Já aquele que ESTÁ enfrenta uma situação transitória e temporária.
Divaldo acrescenta uma 5º Fé. A crença nos Espíritos médicos que estão no além como o Dr. Bezerra de Menezes.
Após a realização da conferência onde o Dr. Siegel abordava as questões médicas cientificas, Divaldo explanu sobre a Medicina Espírita. O resultado não poderia ser mais positivo, pois a Universidade de Yale propôs a criação do Departamento de Saúde Espiritual nas bases da ciência Espírita.

Após essa narrativa Divaldo discorre sobre o impacto dos ensinamentos preconizados pela Doutrina Espírita em nossa felicidade hoje.
Mas e os nossos problemas?
Bem, problema é a diferença entre aquilo que É (acontece)e aquilo que DEVERIA SER (gostaríamos que acontecesse).
A Doutrina Espírita vem nos socorrer nesse momento do surgimento do problema para nos esclarecer que nossas vicissitudes decorrem da Lei de Ação e Reação, quando colhemos com as mãos desnudas os espinhos que plantamos em nosso passado. Têm origem ainda em Provas que buscam nos CONVIDAR ensejando-nos a oportunidade para colocarmos em prática ou desenvolver-mos predicados que ainda carecemos. Isto quando não são causados por nossa negligência, imprudência ou imperícia.

Não há castigo, acaso infeliz ou perseguições divinas.
Nada de guardar traumas, libertando-nos da “criança” ferida Junguiana e nos transformamos no adulto que tem problemas e feridas morais, mas é um adulto que se ama e, portanto, que se permite o direito de ter problemas, por entender que sua existência possui um sentido, uma justificativa, uma razão de ser, pois que fazem parte do processo evolutivo de TODOS.
O convite para a felicidade passa, então, pela necessidade de se auto amar e não ficarmos na dependência de que nos amem..

A felicidade depende – INTEGRALMENTE – de nós e não temermos os desafios impostos pela vida. Devemos substituir todo pensamento PESSIMISTA por outro OTIMISTA.
Toda vez que for AGREDIDO ou CALUNIADO, revide, PERDOANDO.
A felicidade, NÃO é vencer na Loteria, ser rico, ser jovem, ser famoso, ser bem sucedido. Se dinheiro fosse suficiente para a conquista da felicidade os ricos não cometeriam suicido, nem os jovens, ou os famosos os vitoriosos…

Devemos abandonar os mitos: Seremos felizes QUANDO, seremos felizes SE.
Não condicionemos a ocorrência da felicidade, pois hoje mesmo podemos ser felizes.

Fotos: Sandra Patrocinio
Texto: Djair de Souza Ribeiro

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