26 agosto 2017
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Chapecó, 26 de agosto de 2017

Governador de Santa Catarina recebeu Divaldo Franco em Chapecó.

O Governador Raimundo Colombo recebeu Divaldo Franco no aeroporto de Chapecó. Divaldo procedia de Lages, onde na noite anterior havia proferido uma conferência espírita.

Inteiramente dedicado ao próximo e atendendo convite, Divaldo Franco manteve um diálogo com algumas famílias das 71 vítimas que pereceram no acidente aéreo em 19 de novembro de 2016, na Colômbia, sendo a maioria de jogadores da Chapecoense, dirigentes esportivos e profissionais da imprensa. O evento sensibilizou vários países, desencadeando um movimento de solidariedade e de fraternidade.

Ao chegar para desempenhar o seu compromisso na Arena Condá, Divaldo atendeu rapidamente os profissionais de imprensa da NSC – Rede de Televisão Catarinense e a Rádio Chapecó, passando a conceder autógrafos a seguir. O público presente foi estimado 7.500 presentes. A mídia eletrônica – FEBTV, FECTV e Web Rádio Fraternidade – somaram mais de 14.000 acessos registrados.

 

 

 

Diversas autoridades políticas, esportivas e espíritas estiveram presentes ou representadas, entre elas o Prefeito de Chapecó, Luciano Buligon e o representante da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. O evento teve, também, por objetivo comemorar o centenário da aprazível Chapecó.

Divaldo foi homenageado pelo seu 90º aniversário e pelos 70 anos de oratória espírita, completando, assim, o destaque dessas ocorrências, que havia se iniciado em Florianópolis e depois em Lages. Os sentimentos expressos são de gratidão pela mensagem apostolar da fraternidade, divulgando as máximas do Cristo. Divaldo Franco é um idealista incomparável que esteve em Chapecó pela primeira vez no ano de 1979, retornando mais quatro vezes, fazendo-se ponte entre os homens e Deus.

O nobre orador, sensibilizado, agradeceu a lembrança da Federação Espírita Catarinense, dizendo que o registro o remete a fazer profundas reflexões, transferindo a homenagem aos lídimos trabalhadores espíritas catarinenses.

Com dois grandes pensamentos: o primeiro, de Marco Túlio Cícero, afirmava que a História é a pedra de toque que desgasta o erro e faz brilhar a Verdade; o segundo, de Lord Francis Bacon, preconiza que uma filosofia superficial leva ao materialismo, mas uma filosofia profunda leva à Deus, à verdadeira religião. Apoiando-se nesses pensamentos, Divaldo demonstrou que a História, desde a Antiguidade Oriental até os dias atuais, é um manancial inexaurível de informações que comprovam a imortalidade da alma.

O inolvidável orador, como exímio professor, destacou vários fatos históricos envolvendo religiosos e pesquisadores, que através da mediunidade se expressaram sobre fatos ocorridos em locais distantes, guardando a hora precisa em que se desenvolveram. Outros, onde a mediunidade anuncia fatos a ocorrerem e que se concretizaram, confirmam os registros históricos.

A criatura humana na busca de conhecer-se e conhecer o mundo em que vive, emprega esforços para compreender fatos cujas origens são transcendentes e que boa parte dos homens de ciência rejeitam. A mediunidade, faculdade orgânica do ser humano, esteve e está presente nos atos de todos, colaborando para a construção de dias melhores.

Em sua narrativa histórica, Divaldo dissecou vários episódios, como a separação entre ciência e religião; o advento da Doutrina Espírita; o amor apresentado aos homens por Jesus. Coube ao Espiritismo revelar e comprovar, pela mediunidade, que a vida não se interrompe com a morte do corpo físico, que o ser pensante sobrevive e preexiste à indumentária carnal.

Jesus, o inigualável amigo, conjugando o verbo amar, ensinou a necessidade do perdão e da compreensão, da caridade e da solidariedade, da ética e da moral, da verdade que liberta e da mentira que aprisiona, da hipocrisia e da benevolência, da violência e da paz, tudo para que o homem tivesse vida em abundância. O amor é força criativa e sustentadora.

Modernos astrofísicos, pelas pesquisas, concluem que Deus e o Espírito são existências palpáveis, fazendo uma ponte entre a ciência e a religião. A mediunidade sempre esteve presente no curso da evolução humana, desde a sua criação. Na atualidade, homens notáveis se dedicam a comprovar a existência e a manifestação do Espírito. Assim, pouco a pouco o véu que encobria parcela da verdade está sendo levantado, deixando à mostra uma realidade insofismável, o Espírito e suas ações no meio físico e extrafísico.

Francisco de Assis, Francisco Cândido Xavier, e outros, são emissários divinos junto aos homens, auxiliando o progresso da humanidade. A Doutrina Espírita, com sua trilogia, ciência, filosofia e religião, é a expressão do amor de Deus se disseminando coletivamente. Vários casos de mediunidade foram apresentados, inclusive os referentes ao médium orador e conferencista Divaldo Franco, que, desde os quatros anos de idade, confabula com os Espíritos desencarnados.

É a sobrevivência da vida. O Espiritismo realizou a maior façanha filosófica, matou a morte. A Doutrina Espírita dá a certeza da imortalidade da alma. Os ditos mortos estão vivos.

Finalizando, Divaldo Franco destacou que, ao homenagear o centenário de Chapecó, felicitou os seus cidadãos, com a certeza de que o amor sobrevive a qualquer equação. Aos sobreviventes da tragédia que abalou o município, em especial, incentivou-os a dizerem que amam seus afetos e que lhes devotam gratidão. Recitando o Poema da Gratidão, Divaldo encerrou sua brilhante abordagem, demonstrando a sobrevivência da alma humana e suas relações com o mundo físico.

O Prefeito, tomando a palavra, agradeceu a visita de Divaldo, enaltecendo o amor, Os aplausos que se sucederam, atestaram o carinho e a devoção dos presentes, reconhecendo o quanto somos gratos ao nobilitante trabalho desenvolvido por esses Espírito de Escol, Divaldo Pereira Franco, o Semeador de Estrelas.

Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

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