22 dezembro 2017
22 dezembro 2017, Comentários 0

Divaldo Franco em Salvador
12 de dezembro de 2017 – Centro Espírita Caminho da Redenção

Onde há esperança, há a presença do amor. (Divaldo Franco)

A atividade doutrinária teve início com a formação da mesa diretiva por Demétrio Lisboa, Presidente do Centro Espírita Caminho da Redenção – CECR -; João Araújo, dirigente do encontro; Francisco Batista Ferraz, do Paraná, representando as caravanas e pessoas que vieram para os diversos eventos realizados pelo CECR; e Divaldo Franco, renomado expositor espírita. Fomentando a paz foi divulgada a programação do 20º Movimento Você e a Paz que será levado a efeito em Salvador/BA, nos dias e locais a seguir: 13/12 – Dique do Tororó, às 18h30min; 15/12 – Farol da Barra, às 19h30min; 17/12 – Shopping da Bahia, às 18h00min; e 19/12 – Praça do Campo Grande, a partir das 18h00min.

No sábado, às 16h00min, terá início mais um encontro de reflexões sobre a obra psicológica de Joanna de Ângelis, carinhosamente denominado aulão de psicologia. Além dos habituais expositores estará presente Roberto Crema, Antropólogo, Psicólogo e Mestre em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade de Paris, Reitor da Universidade Internacional da Paz – UNIPAZ.

 

Divaldo destacou, que em todos os tempos, os falsos profetas estiveram e ainda estão presentes no seio da humanidade, chamando a atenção para que se tenha prudência com notícias alarmista com conteúdos proféticos. Não creiamos nos falsos profetas, salientou o lúcido médium baiano. Falando sobre as suas últimas experiências com as dores no corpo físico, externou a sua gratidão a todos que oraram pelo seu pronto restabelecimento após um cirurgia – rizotomia – para eliminar as dores cruciantes que vem experimentando há sete meses. Divaldo aproveitou as dores para poder se exercitar no domínio do Espírito sobre a matéria, dizendo que a Doutrina Espírita lhe dá a coragem necessária para dominar a matéria e a dor. É uma verdadeira bênção não sentir dores.

Nesta passagem pelo sistema de saúde, enalteceu o atendimento de excelência que recebeu do quadro funcional e técnico do hospital, bem como o componente estrutural, tendo inclusive, neste pequeno período, atendido solicitações de auxílio espiritual, reconfortando os pacientes. Onde há esperança, há a presença do amor. O homem moderno vive em uma verdadeira crise interior oriunda da insatisfação, do vazio existencial. O homem está somente pensando em si mesmo. Alheio ao próximo, fixa-se e refugia-se nos prazeres transitórios. Salientou que uma consciência tranquila, o dever retamente cumprido com justiça, e onde impera o amor, as tribulações momentâneas da vida tendem a desaparecer. Todo aquele que ama é feliz por que faz o bem.

Como o amor com Jesus é especial. Fazer o bem, alegrando crianças e adultos, destacando o seu valor, oferecendo auxílio sem nada exigir de troca, tornando a vida das criaturas humanas mais digna, é amar. Divaldo discorreu sobre a importância da família como instituição primorosa que visa moldar o caráter, preparando criaturas melhores. Neste sentido discorreu sobre a obra realizada por Bert Hellinger (1925 -), é um psicoterapeuta alemão, inventor das Constelações familiares. O pesquisador alemão afirma que a família estabelece, ou procura estabelecer três vínculos. O do pertencimento, onde uns pertencem aos outros; o do progresso, quando cada dia é melhor do que foi ontem; e o da ardem, para que a vida seja mantida. A família, então constituída, também se relaciona com outras, canalizando energias para o bem, transformando a sociedade para o bem.

Novamente reconheceu a inestimável colaboração que recebeu de muitos, externando a sua gratidão. Destacando a coragem do Papa Francisco em dizer que o céu e o inferno não existem e que Adão e Eva são seres mitológicos. Assim, os indivíduos, mais esclarecidos e consolados, sairão das crises interiores, doando-se uns aos outros, caminhando a par e passo com a alegria. Sempre semeando esperança e conforto espiritual, Divaldo embalou os corações e produziu nas mentes dos assistentes a certeza da vida futura e da felicidade, a excelência do amor como fonte de vida, embora ainda experimentando dores de toda monta e ordem.

Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

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