21 novembro 2015
21 novembro 2015, Comentários 0

foto-depoimento-20151121-cintiaOBRIGADO!

Talvez isso não seja o suficiente para agradecer a todos (as) desta instituição pelo carinho e atenção a nós dispensado.

Sentimo-nos gratos a vocês. É difícil retribuir o carinho e amparo recebidos pela minha esposa e por mim, em um dos momentos mais espetaculares da vida, o nascimento de um ser.

É claro! Sabemos que faz parte do dia a dia de vocês, das suas profissões e do seu sustento.

Mas, diante de uma realidade muito caótica que encontramos em muitos hospitais e maternidades pelo Brasil, sentimo-nos abençoados. Abençoados sim! Depois de muitos questionamentos, pesquisas e consultas, finalmente o amadurecimento da ideia de um parto natural se mostrou a
melhor alternativa.
Logo após a certeza da gestação e a primeira consulta médica, começaram a aparecer dúvidas. A orientação para a “cesariana” parecia imperativa. “Você marca o hospital e a hora. É rápido, você não sente dor e não há tantos riscos!” Diziam. Depois veio a possibilidade do parto normal em um hospital ou maternidade. Essa ideia chegou acompanhada dos medos que passam milhares de mulheres todos os dias, Brasil afora. Muitas relatam o sofrimento de correr de um lugar para o outro, em busca de um local que as ajude a dar a luz. São relatos que amedrontam qualquer uma que se enverede por essa opção. Daí os índices altíssimos de partos cirúrgicos no nosso país.

Felizmente, após adquirir uma revista regional, dessas entregues gratuitamente, li uma matéria que relatava a experiência de uma enfermeira a respeito do parto humanizado, na Inglaterra.

Muito interessante. Levei então para a futura mamãe. Essa, por sua vez, passou a amadurecer a ideia e a buscar por locais onde pudesse transformar esse momento em algo mais humano e que trouxesse menos danos no parto e no pós-parto.

De início foi frustrante perceber que não existiam muitas opções na região. Aliás, só existia uma aqui em Salvador. Após uma visita a este local, participamos de uma apresentação de como se daria todo o processo.

Fomos muito bem recebidos e aceitos. Fomos, porque diferentemente de muitos locais, pude participar como pai e acompanhar todos os passos até o nascimento do nosso querido filho.
Pude perceber o quão mágico é o nascimento. Parir… Talvez o termo mais apropriado seja mesmo, “dar a luz”. É um momento mágico; ver o primeiro contato entre mão e filho… é algo fascinante. Da face de dor para a expressão de extrema alegria; isso em apenas alguns segundos. Ver o filho pela primeira vez e abraçá-lo… não tem preço.

Muitas empresas utilizam o termo colaborador de forma indiscriminada. Na verdade nem todos são. Vocês aí do Centro de Parto Natural podem ostentar esse título. São colaboradores.

Passados dois meses do nascimento de Arthur (18.09.2015), gostaríamos de agradecer, primeiro ao Criador, por todos os momentos maravilhosos que proporcionou e proporciona às nossas vidas.

Por ter conduzido esse processo de forma tão natural. Sabemos que os momentos de dor que possam ter havido, serviram para que pudéssemos reconhecer nossas vitórias e para agradecermos a Deus por eles.
Obrigado Deus!

Obrigado família e amigos!
Feito isso, passamos aqui para agradecer a essa instituição por essa forma de ver a vida de um modo diferente. Sua ajuda e seu apoio foram para nós de valor inestimável. Agradecemos a dádiva enorme que é poder compartilhar a vida com pessoas como vocês. Especialmente a toda equipe que acompanhou a chegada do nosso filho. Dra. Ana Carolina, enfermeiras, auxiliares, doula e Elisabete Cordeiro.

Muito obrigado! Com todo o nosso carinho. De coração!

Áureo Sobrinho e Cíntia Ribeiro

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