24 setembro 2017
24 setembro 2017, Comentários 0

Mini seminário realizado durante o 31° Encontro Fraternal com Divaldo Franco
A LUZ DA SOLIDARIEDADE SOBRE A SOMBRA DA AGRESSIVIDADE

Como ocorre desde 1986, ininterruptamente, o Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes da cidade de Santo André – SP , realizou, em 24.09.2017, o 31º Encontro Fraternal com Divaldo Franco.

O evento realizou-se nas múltiplas e espaçosas instalações da Instituição Assistencial e Educacional Amélia Rodrigues, que tornaram-se insuficientes para acomodar as mais de 3.000 pessoas que acorreram ao local para ouvir Divaldo Franco.

O tribuno iniciou relatando as pesquisas realizadas em múmias encontradas em Washington nos EUA que teria vivido há 9000 anos; uma outra identificada como o Homem de Lindow no Reino Unido que teria morrido há 2000 anos e ainda outra identificada como Otzi (Múmia de Similaun) encontrada em 1991 nos Alpes austríacos e que teria vivido nas proximidades do local onde foi encontrada há 5.300 anos.

Graças aos equipamentos e técnicas modernas, médicos, paleontólogos e legistas forenses lograram descobrir detalhadas informações a respeito dos hábitos sociais, idade, a última refeição realizada por eles e, evidentemente, a causa da morte.

 

 

 

Apesar da diferença da localização geográfica, bem como da idade cronológica de suas existências há um fator comum encontrado na exumação dessas múmias: todas elas foram vítimas de violência provocadas por golpe na cabeça, estrangulamento ou flechada que rompeu a principal artéria próxima ao ombro.

Após esse começo Divaldo formula uma pergunta retórica: Qual a razão de tanta agressividade que vem acompanhando a humanidade desde seu início? Diante do Universo infinito como pode o ser humano viver preso à sua pequenez? Como pode a humanidade que vem descobrindo as maravilhas do Universo, ainda deixar preponderar a agressividade em seu comportamento?

Divaldo passa a abordar as conquistas da Ciência que permite ao ser humano deslumbrar-se com as luzes do conhecimento e dos segredos da vida, da matéria e do Universo, mas nos perdemos nas Sombras da ignorância e da agressividade.

A Ciência vem logrando obter explicações sobre as questões que de há muito nos fazíamos: O que é o Universo, qual a sua origem e como tudo isso foi construído?

Com uma habilidade primada pela simplicidade, ilustrando profundo conhecimento, Divaldo nos fala do Big Bang quando – para a Ciência – teve início, há 14 bilhões de anos, o Universo, o espaço, o tempo, a matéria e a energia.

Em perfeito equilíbrio toda a matéria e energia existentes hoje no Universo, estavam compactadas em um único e minúsculo ponto chamado de Singularidade, até que em um momento qualquer – e por razões desconhecidas da Ciência – esse equilíbrio foi rompido produzindo uma “explosão” que gerou todo o Universo como o conhecemos hoje, no qual os Astrofísicos foram capazes de efetuar um cálculo tímido indicando que há 10 vezes mais estrelas no Universo de que todos os grãos de areia da Terra.

Mas antes da produção de qualquer matéria, o Big Bang produziu as 4 forças fundamentais que possibilitariam a criação da matéria: a gravidade, o eletromagnetismo, a força nuclear forte e a força nuclear fraca.

A seguir Divaldo aborda a questão do átomo informando sobre as descobertas dos cientistas que revelaram a existência de partículas subatômicas: os Prótons, os Nêutrons, Elétrons, Léptons, os Quarks e as partículas intermediárias (mediadoras) das forças atuantes entre os Quarks e Léptons: os Bósons (Fótons, Glúons e o mais recente de todos o de Higgs e que fornece massa à matéria).

Divaldo passa, então, a elaborar a evolução antropossociopsicológica da humanidade revelando que alimentar-se, abrigar-se e reproduzir-se compunham os instintos básicos que moviam as ações humanas.

Surge, então, a primeira emoção: o Medo que, por sua vez, gera a suspeita, a desconfiança, a ansiedade e a timidez.

Logo em seguida surge a segunda emoção: a Ira a se desdobrar em raiva, ódio, o desejo de vingança.

Logo mais desponta a terceira emoção: o Amor, sentimento do qual Jesus é o grande expoente por divulga-lo e principalmente vivenciá-lo. A parábola do Bom Samaritano ilustra com inigualável valor o o convite a amarmos até aos nossos inimigos.

Encaminhando o tema Divaldo utiliza-se de Piotr Ouspensky (discípulo de George Gurdjieff) ambos filósofos do autoconhecimento que apresentou nos EUA na década de 50 do Séc. XX uma série de conferência, apresentando o “Terceiro Caminho”: O Autodescobrimento.

O Autodescobrimento é a nossa prioridade: A viagem Interior que nos auxiliará no reconhecimento das múltiplas imperfeições que aguardam serem, ainda, identificadas para depois, então, serem transformadas em virtudes como também daquelas outras que apesar de já reconhecidas aguardam nossa decisão firme para sublimá-las.

A eliminação da ignorância de nós mesmos passa pela aquisição do conhecimento e citando o sociólogo, médico psiquiatra e psicólogo o professor Emilio Mira y Lopez (1896-1964) que, do ponto de vista psicológico o ser humano é constituído de cinco (5) características:

1. Personalidade (É a “máscara” que afivelamos à face e que faz parte do nosso ser)

2. Conhecimento (São as aquisições intelectivas e formada pelas lições de aprendizagem)

3. Identificação (São as sintonias daquilo com o que temos afinidade e melhor nos identificamos)

Com sua habilidade e grande conhecimento Divaldo pormenoriza a questão da identificação\afinidade que vige em nossas vidas explicando com sua lucidez e conhecimento típico a identificação que o Espírito tem ao reencarnar atraindo por força dessa afinidade a célula sexual masculina (espermatozoide) que melhor corresponda à suas necessidades reencarnatórias1.

4. Consciência (Que atuando com o Conhecimento formam a base do discernimento – capacidade de distinguir o certo do errado . A consciência possui níveis diferenciados como será abordado a seguir)

5. Individualidade (O elemento que o egoísmo procura defender a todo custo)

Divaldo aborda a seguir os níveis de consciência que vamos galgando nas sucessões das vivências e ilustrou cada um desses níveis facultando a todos identificar aquele em que estagiamos, permitindo-nos, assim, estabelecer um programa pessoal de aperfeiçoamento.:

1. Consciência de sono SEM sonhos (Só pensa em si próprio: É meu)

2. Consciência de sono COM sonhos (Já somos capazes de ter ideais e não somente o desejo de acumular)

3. Consciência de sono ACORDADO (A consciência que não mais está sonolenta pelo egoísmo)

4. Consciência de Si mesmo. (Quando o Ego – a máscara que afivelamos à face e que luta por defender a qualquer preço nossa Individualidade – toma conhecimento dos conteúdos psíquicos. Quando eu sei o que DEVO fazer porque POSSO fazer). Nesse ponto Divaldo expande ainda mais as explicações e enumera as 7 (sete) funções que a Consciência vai permitir controlar na máquina orgânica: I) Função Emocional; II) Função Intelectiva; III) Função do Instinto; IV) Função ds Movimentos; V) Função Sexual (Polaridades Feminina e Masculina permitindo equilibrar a psicologia à anatomia).

Nesse momento, Divaldo com rara maestria e a segurança típica a ele conferida pelo cabedal de conhecimento e de vivência do amor do Cristo aborda a questão da homossexualidade, iniciando pela explicação dos conceitos de Anima e Animus da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung.

À luz da Lei de Ação e Reação, da Reencarnação e baseado nas questões 200. 201 e 202 de O Livro dos Espíritos Divaldo esclarece que a homossexualidade decorre de equívocos transatos produzidos pelas paixões desgovernadas levando ao malbaratamento da função sexual.2

Findo esse esclarecimento, Divaldo segue enumerando as funções que a Consciência controla:

VI) Função Emoção Superior e VII) Função Intelectiva Superior

5. Consciência Cósmica. (Já não sou eu quem vive, mas Cristo que vive em mim. Gálatas 2:20)

Reassumindo a tribuna para dar continuidade ao tema Divaldo narra a tocante história de Moisés Mendelssohn (1729-1786) avô do célebre compositor, pianista e maestro alemão Felix Mendelssohn.

Moisés Mendelssohn era um homem feio, baixo e possuidor de uma grotesca corcunda.

Certa feita conheceu a lindíssima filha de um comerciante e por ela se apaixonou perdidamente, porém, a jovem ao lhe ser apresentada demonstrou profunda repulsa pela sua desagradável estética.

Mas Moisés não se deixou abater por ter sido repelido pela linda Frudge e num gesto de muita ousadia perguntou –lhe:

– Você acredita que os casamentos são combinados no céu, antes de nascermos?

Evitando olhar aquela figura tosca a jovem respondeu:

– Sim, acredito.

-Também, acredito – completou Mendelssohn.

E sem deixar que o silêncio constrangedor dominasse aquela conversa, ele emendou:

– Quando me preparava para nascer, Deus mostrou-me aquela que seria, mais tarde, a minha esposa.

– Ela era bela, muito bela. Deus, porém, anunciou:

-Sua mulher será bela, porém trará uma corcunda a lhe marcar a aparência física.

Diante dessa informação, ousei levantar os olhos ao Altíssimo e lhe suplicar:

– Senhor, uma mulher com corcunda será uma tragédia. Permita, por misericórdia, que eu seja corcunda e que ela seja perfeita.

E Deus, na sua infinita bondade resolveu atender minhas súplicas e me fez nascer encurvado.

Pela primeira vez Frudge olhou diretamente nos olhos de Mendelsshon e fitando-lhe os olhos apaixonados deu-se conta de que aquela fora a mais pungente declaração de amor que ela jamais havia imaginado receber.

Emocionada, tomou a mão do rapaz entre as suas e aceitou-o como noivo vindo, posteriormente, a se casar com ele.

Dessa forma, Divaldo nos adverte e recomenda para não nos afligirmos por esses acontecimentos e Quando algo desagradável nos acontecer devemos efetuar uma autoanálise e questionarmos nosso estado emocional. O convite maior é para mudarmos as nossas paisagens mentais e não reclamarmos mas buscar nos exemplos de Jesus a prática do amor e da solidariedade, buscando superar a agressividade que nos acompanha de tempos imemoriais.

Lembremo-nos das palavras do Amigo Jesus nos momentos em que a Ira, a raiva, a mágoas, alimentar o nosso contumaz inconformismo, fazendo brotar do nosso âmago a Agressividade. Nesses momentos NÃO devemos tomar nenhuma atitude até nos acalmarmos.

Não devemos valorizar o mal que pulula à nossa volta e nem permitir que nos tirem a alegria de viver.

Hoje, nesses dias tão atormentados e atormentadores, devemos buscar Jesus, refletir sobre Suas palavras e vivenciá-los mantendo nossas mentes a Ele vinculadas pelos pensamentos de teor elevado.

Busquemos aproveitar a nova oportunidade que tantos pedimos antes do retorno ao corpo físico. Esforcemo-nos por encontrar um sentido psicológico para nossas existências, pratiquemos o bem e a Solidariedade.

Mesmo nesses dias difíceis deixemos brilhar a luz de Jesus a iluminar os nossos dias e todos os nossos momentos e optemos por amarmo-nos uns aos outros como Ele nos ama.

Saiamos daqui com a certeza de que a vida é aquilo que dela fazemos.

1 Para aqueles que desejam aprofundar conhecimentos, tomamos a liberdade de sugerir a leitura do capítulo 2 (Sexo e Reencarnação) de o livro Sexo e Consciência, organizado por Luiz Fernando Lopes, LEAL.

2 Para melhor compreender esse tema, tomamos a liberdade de sugerir a leitura do capítulo 7 (Homossexualidade) de o livro Sexo e Consciência, organizado por Luiz Fernando Lopes, LEAL. Adicionalmente os capítulos 5 (Sombras e Dores do Mundo), 6 (Destino e Sexo) e 15 (O Passado Elucida o Presente) de o livro Loucura e Obsessão e o capítulo 15 (Sexo e Obsessão) e também o 16 (O Reencontro) de o livro Sexo e Obsessão, ambos de autoria do espírito Manoel Philomeno de Miranda pela psicografia de Divaldo Franco, LEAL

* * * *

Palestra realizada no encerramento do 31° Encontro Fraternal com Divaldo Franco

PERDÃO, A CONCESSÃO DA SOLIDARIEDADE HUMANA.

Diante de um auditório expectante, Divaldo assumiu a tribuna e iniciou a conferência citando uma frase de Gandhi: ”Se um único homem atingir a plenitude do amor, neutralizará o ódio de milhões”. Este pensamento traduziu-se na prática quando o próprio Ghandhi pregando a não violência logrou libertar milhões de criaturas do controle militar, político e econômico exercido pela Inglaterra sobre o povo da Índia.

Em seguida Divaldo Franco cita o pensamento do psicólogo existencialista norte americano Rollo Reece May, (1909 —1994) que afirma ter a sociedade elegida como parâmetros para a felicidade:

Individualismo: Doutrina moral e social cujo conceito é o de valoriza a autonomia individual na busca da liberdade e satisfação das inclinações naturais e que se traduz na liberdade do indivíduo frente a um grupo, à sociedade ou às pessoas

Sexualismo: Comportamento ligado à sociedade mercantilista e consumista, na qual o ato sexual é priorizado e banalizado, desvirtuando sua razão natural.

Consumismo. Compulsão e modo de vida que leva o indivíduo a consumir de forma ilimitada bens, mercadorias e/ou serviços, em geral supérfluos, em razão do seu significado simbólico (prazer, sucesso, felicidade).

O Individualismo produz como uma das consequências o medo de amar uma vez que AMAR significa “aprisionar-se” conflitando com o conceito individualista de liberdade, mas que na realidade não passa de libertinagem.

Para melhor ilustrar o pensamento Divaldo Franco recorre à obra do médico e novelista escocês Archibald Joseph Cronin (1896-1981) chamada “Pelos Caminhos da Minha Vida”. Entre as belas narrativas desse livro biográfico, Divaldo selecionou a comovente relato intitulado “O Anjo da Noite”.1

Na sua atividade de médico recém-formado, e desejando fazer o bem, o Dr. Cronin escolheu uma noite por semana para auxiliar as crianças órfãs e desafortunadas.

Em uma dessas ocasiões, deparou-se com uma criança de 7 anos à beira da morte vitimada pela difteria e para tentar salvá-la o médico escocês decidiu submetê-la a uma traqueotomia.

Diante da situação crítica o jovem e inexperiente médico decidiu orar o Pai Nosso e olhando o corpo da menina enfatizou na sua súplica ao Senhor da Vida: Pai perdoai as nossas dívidas…

Após procedimento cirúrgico coroado de êxito, o médico entregou à responsabilidade de uma jovem enfermeira vigiar a criança durante as primeiras horas do pós operatório.

Todavia a jovem enfermeira assistente adormecera, quando deveria vigiar a paciente. Durante o sono da assistente, a criança desperta e acabou por arrancar o tubo e que lhe permitia respirar vindo a morrer asfixiada.

A moça, trêmula, fitando o médico nos olhos lhe pediu:

— Perdoa-me e dá-me uma outra chance.

Tomado peça ira, o Dr. Cronin planejara denunciar a enfermeira, que por negligência, havia provocado a morte da criança. Para tanto o profissional fez um relatório ao órgão fiscalizador da profissão, responsabilizando a enfermeira.

Algo, porém, fez com que o médico não entregasse o seu relatório.

Os anos haviam passado, quando um artigo de jornal despertou-lhe a curiosidade.

A reportagem – intitulada O Anjo da Noite – falava de uma enfermeira de pouco mais de 50 anos que cuidava de crianças órfãs da Guerra velando pelo sono de seus pacientes. Uma particularidade chamava a atenção: Não dormia.

A veneranda enfermeira dedicava-se a resgatar vidas, por causa de uma criança que havia morrido sob seus cuidados, quando ela – vitimada pelo cansaço – dormira

A enfermeira redimia-se perante a sua própria consciência. O escritor e médico pôde constatar que um gesto baseado na ira pode aniquilar uma existência, mas se o gesto for alicerçado no amor e no perdão pode salvar inúmeras vidas.

Valeu a pena o perdão do médico.

Em seguida Divaldo nos leva – pela força poderosa de seu verbo – a uma viagem pela intolerância religiosa e as perseguições, violência, crimes e guerras cometidas em nome da predominância dessa ou daquela denominação religiosa. Divaldo inicia nas perseguições que passaram a acompanhar os passos dos primeiros cristãos. Logo em seguida, o Cristianismo passa a ser religião de oficial do Império Romano.

Os cristãos – antes perseguidos – passam a perseguir e matar todos quanto não aceitem suas convicções.

Esquecidos da mensagem de Jesus, os cristãos entregam-se às Cruzadas e que até dos dias atuais continuam repercutindo na humanidade.

Logo mais é a noite medieval marcada pelas perseguições e crimes do Santo Ofício a temida Santa Inquisição infelicitando e matando em nome do Cristo.

Em nome da religião, crianças, mulheres e homens – protestantes – foram massacrados no cerco a La Rochelle.

Novamente pela predominância político-religiosa 25.000 protestantes foram assassinados no episódio conhecido como a Noite de São Bartolomeu.

E, ainda hoje, observamos a intolerância de religiosos alimentados pelo fanatismo e o nanismo moral, perseguindo e violentando – quando não fisicamente – o direito constitucional da liberdade de expressão religiosa.

Os Espíritos Luminares tomados de compaixão intercederam a Deus pela humanidade e lhe pediram:

— Senhor, perdoa-nos e dá-nos uma outra chance.

E Deus nos dá nova chance e pela metade do século XIX vem à luz da humanidade o Consolador prometido por Jesus em Seus dias na Galileia.

Um novo período desabrocha para a humanidade iluminando os corações e as mentes sombreadas pelas nuvens pesadas do obscurantismo religioso e do cinismo materialista do ateísmo.

O Espiritismo apresenta a imortalidade de forma inigualável, oferecendo ao homem o caminho mais suave para alcançar a plenitude. É necessário possuir coragem para amar.

Vivemos na atualidade momentos de crises.É importante não se deixar abater e muito menos contagiar-se com cargas energéticas negativas advindas das crises.

À semelhança da enfermeira que pediu ao Dr. Cronin que a perdoasse e lhe desse uma nova chance, nós também pedimos a Deus uma nova chance.

O Pai de Amor, Bondade e Justiça absoluta nô-la deu.

A decisão é nossa do que fazer com essa nova oportunidade. Aproveitá-la como a enfermeira o fez e multiplicando as bênçãos recebidas na forma de solidariedade, ou continuarmos a desperdiçar e malbaratar as chances recebidas.

Mensagem de Bezerra de Menezes

Pela psicofonia abençoada de Divaldo Franco, o Espírito Bezerra de Menezes deixou sua mensagem instrutiva e ao mesmo tempo acolhedora, estimulando-nos à prática do amor para auxiliar e redimir milhões que sofrem no desespero e no desencanto.

Texto: Djair de Souza Ribeiro

Fotos: Sandra Patrocínio

Comments are closed.